Sábado, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30. Apague as luzes para ver um mundo melhor.
A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é um ato simbólico no qual todos são convidados a mostrar sua preocupação com o aquecimento global. É uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas.
Durante a Hora do Planeta, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global.
Em 2010, a Hora do Planeta foi um sucesso absoluto, com recordes estabelecidos no mundo e no Brasil. Globalmente, 105 nações, 4.211 cidades e 56 capitais nacionais aderiram. Já no Brasil, mais de três mil empresas, 579 organizações, três governos e 98 prefeituras participaram do movimento simbólico de alerta contra o aquecimento global e em favor da conservação de ecossistemas terrestres e aquáticos. Junte-se a este movimento! Visite o site www.horadoplaneta.org.br e veja como participar!
Veja também
Saiba como foram as edições anteriores da Hora do Planeta
A Hora do Planeta é um movimento de todos nós. Ela une cidades, empresas e indivíduos para demonstrar às lideranças mundiais - e, principalmente, para mostrar uns aos outros - que queremos uma solução contra o aquecimento global. É uma oportunidade única para nós, brasileiros, de nos unirmos com a comunidade global em uma única voz para deter as mudanças climáticas.
Fonte: Hora_do_Planeta
sábado, 26 de março de 2011
A HORA DO PLANETA
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Dívida prejudica destinação do lixo
Uma dívida de R$14 milhões da Prefeitura de Natal com a Braseco – empresa que administra o aterro sanitário de Ceará-Mirim – está prejudicando o serviço de destinação final do lixo da capital. Como consequência, a estação de transbordo de Cidade Nova, virou novamente o ‘forno do lixo’, onde dezenas de pessoas disputam com animais, restos de alimentos e materiais recicláveis. O local concentra uma pilha de lixo que não está sendo transferida para o seu destino final, o aterro. Das 800 toneladas de material coletados diariamente, a metade fica na estação de transbordo. Isso porque, segundo o chefe de transbordo da Urbana, Marconi Bezerra, a Braseco está dificultando a entrada dos caminhões da Prefeitura de Natal no aterro de Ceará-Mirim.“Há duas semanas o lixo vai em proporção menor. Estamos mandando apenas quatro carretas - cada uma faz três viagens – porque o pessoal do aterro está dificultando a entrada dos nossos carros devido à dívida da Prefeitura com a Braseco”, disse Marconi Bezerra.
A Braseco nega que esteja dificultando a acesso dos caminhões da Prefeitura. A empresa alega que em virtude da dívida do município foi preciso readequar procedimentos administrativos por não ter outra maneira de operar sem o capital necessário para seu perfeito funcionamento.
De acordo com o advogado da Braseco, Marcos Gurgel, o município possui duas dívidas distintas. Uma é relativa ao atraso de nove meses no pagamento dos serviços prestados pela empresa, que dá cerca de R$ 8 milhões, e outra refere-se ao não pagamento dos reajustes salariais de 2004 e 2008, que é algo em torno de R$ 6 milhões.
“A Prefeitura devia dez meses à empresa, mas hoje (ontem) efetuou o pagamento de uma das parcelas – algo em torno de R$ 900 mil – mas ainda deve o pagamento de março a novembro deste ano e a questão dos reajustes. A prefeita está descumprindo um acordo verbal feito por ela em outubro passado. Dessa forma fica difícil manter os compromissos com os fornecedores e, principalmente, os funcionários”, disse Gurgel.
O advogado disse ainda que a Braseco vai entrar na justiça exigindo o pagamento contratual da dívida. “Nenhuma empresa pode ser levada à falência por um ‘pseudo-interesse público. A própria Constituição diz que se o poder público se o serviço público não pagar a empresa por mais de 90 dias ela pode pedir o cancelamento do contrato”, disse Marcos Gurgel.
No dia 18 de outubro o promotor de defesa do Meio Ambiente, João Batista Barbosa Machado deu entrada em ação civil e criminal contra a Urbana e seus diretores pedindo providências com relação ao problema do lixão de Cidade Nova. A promotoria aguarda resposta judicial da ação, que tramita na 18ª Vara Civil. “Não podemos aceitar que a Prefeitura de Natal continue com esse descaso. Nós queremos a solução imediata da questão, caso contrário vamos pedir a mobilização de recursos do município para pagar a dívida”, disse.
Na manhã de hoje o promotor fará uma visita ao lixão de Cidade Nova e depois terá uma reunião com representantes do município e da Urbana.
Crianças e adultos disputam o lixo
Crianças e adultos em meio a toneladas de lixo disputando entre si – e os animais – restos de comida, objetos e material reciclável. Foi isso que viu a reportagem da TN quando esteve na Estação de Transbordo de Cidade Nova, na tarde de ontem.
Com o acúmulo de lixo no local e o fim do projeto da coleta seletiva domiciliar, os catadores se viram obrigados a retornar para a estação. “Há uns dois meses a Prefeitura deixou de fornecer os caminhões da coleta seletiva e a gente teve que voltar para cá. Tenho oito filhos para criar e não posso ficar parada. Não é bom ficar aqui, mas é o jeito”, disse catadora Maria de Lourdes Freire.
Ela estava trabalhando sem luvas e botas de proteção. Assim como Maria de Lourdes outras pessoas estão na mesma situação. É o caso de Alzenir Maia da Cruz.
O presidente da Urbana, Bosco Afonso disse que a Prefeitura não cancelou o projeto. “Fizemos uma reformulação do sistema, pois havia uma ociosidade dos caminhões que eram pagos pela Urbana. Eram 16, mas vimos que dez veículos fariam, sem problemas os trabalho da coleta. E isso não foi visto com bons olhos pelos catadores”, disse Bosco Ele disse ainda que os catadores que voltaram para a estação de transbordo não faziam parte das associações: “são outros que foram para lá devido ao problema do acúmulo de lixo”. Com relação à dívida com a Braseco, o presidente disse que a Urbana está cumprindo tudo”.
FONTE: TribunaDoNorte
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Árvore de Natal 100% Ecológica!
Se você decidiu dar apenas brinquedos ecológicos neste natal, com certeza não vai querer colocá-los embaixo de uma árvore de verdade arrancada ou de uma árvore de plástico.
A Cardboard Christmas Tree é uma árvore de natal verdadeiramente ecológica feita de papelão 100% reciclado. Uma criação da Cloud Gate Design de Chicago a árvore mede aproximadamente 90 cm x 90cm.
As crianças podem usar e abusar da imaginação para decorar a árvore usando canetinhas, tinta, purpurina e os vários enfeites de natal de papelão que vêm com a Cardboard Christmas Tree. Uma ótima idéia!
A Cardboard Christmas Tree custa US$22,95 no site da Cloud Gate. Infelizmente eles não aceitam encomendas internacionais. Mais de acordo com a ideia elaborada você pode ja ir criando a sua, pois a mesma utiliza de materias facilmente achado, e de custo muito baixo.
Fonte:Inhabitat.
Fábrica de Papel Reciclado, uma Brincadeira Ecológica!
O kit Paper Recycling Factory by Bill Nye é perfeito para crianças e pais que se preocupam com o meio ambiente!
O kit ensina as crianças a importância da reciclagem e da re-utilização consciente dos materiais. Com o Paper Recycling Factory as crianças podem criar cartões, blocos e cadernos utilizando papel reciclado feito por elas mesmas!
Um brinquedo muito legal, educativo e ecológico ao mesmo tempo. A fábrica de papel reciclado leva o nome de Bill Nye the Science Guy que fez bastante sucesso na TV americana, durante os anos 90, com um show sobre ciências.
O kit Paper Recycling Factory by Bill Nye custa US$29,95 na Discover This.
Fonte: Via Treehugger.
Divertido e Ecológico: Veículo Anfíbio com Garrafas PET!
Com o Toysmith Amphibian Rover Kit você pode montar um veículo anfíbio usando garrafas PET usadas.
O Amphibian Rover Kit vem com instruções completas, motor e peças necessárias para montar seu veículo anfíbio. Além do kit você ainda vai precisar de 4 garrafas PET, 2 pilhas AAA e uma chave Philips. Um brinquedo divertido e ecológico!
O Amphibian Rover Kit custa US$14,99 na Amazon.com.
Fonte: Via The Automata / Automaton Blog.
Kit de Ciências: Faça Baterias com Batatas, Limões e Lama

O Enviro Battery Kit, da 4M Green Science, é um kit científico para construir baterias ecológicas, que funcionam de verdade, usando coisas comuns como batatas, limões, água e lama.
O Enviro Battery Kit vem com placas de zinco e cobre, fios de conexão e uma torre de iluminação com uma lâmpada LED, além de instruções detalhadas para criar vários experimentos como uma bateria moeda, bateria garfo e um jogo com batatas, entre outros.
Excelente brinquedo educacional que ensina o funcionamento da eletricidade e das reações químicas. Indicado para maiores de 8 anos.
O Enviro Battery Kit custa US$13,56 na Amazon.com.
Fonte: BlogDeBrinquedo