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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Dívida prejudica destinação do lixo

Uma dívida de R$14 milhões da Prefeitura de Natal com a Braseco – empresa que administra o aterro sanitário de Ceará-Mirim – está prejudicando o serviço de destinação final do lixo da capital. Como consequência, a estação de transbordo de Cidade Nova, virou novamente o ‘forno do lixo’, onde dezenas de pessoas disputam com animais, restos de alimentos e materiais recicláveis. O local concentra uma pilha de lixo que não está sendo transferida para o seu destino final, o aterro. Das 800 toneladas de material coletados diariamente, a metade fica na estação de transbordo. Isso porque, segundo o chefe de transbordo da Urbana, Marconi Bezerra, a Braseco está dificultando a entrada dos caminhões da Prefeitura de Natal no aterro de Ceará-Mirim.

“Há duas semanas o lixo vai em proporção menor. Estamos mandando apenas quatro carretas - cada uma faz três viagens – porque o pessoal do aterro está dificultando a entrada dos nossos carros devido à dívida da Prefeitura com a Braseco”, disse Marconi Bezerra.
A Braseco nega que esteja dificultando a acesso dos caminhões da Prefeitura. A empresa alega que em virtude da dívida do município foi preciso readequar procedimentos administrativos por não ter outra maneira de operar sem o capital necessário para seu perfeito funcionamento.

De acordo com o advogado da Braseco, Marcos Gurgel, o município possui duas dívidas distintas. Uma é relativa ao atraso de nove meses no pagamento dos serviços prestados pela empresa, que dá cerca de R$ 8 milhões, e outra refere-se ao não pagamento dos reajustes salariais de 2004 e 2008, que é algo em torno de R$ 6 milhões.

“A Prefeitura devia dez meses à empresa, mas hoje (ontem) efetuou o pagamento de uma das parcelas – algo em torno de R$ 900 mil – mas ainda deve o pagamento de março a novembro deste ano e a questão dos reajustes. A prefeita está descumprindo um acordo verbal feito por ela em outubro passado. Dessa forma fica difícil manter os compromissos com os fornecedores e, principalmente, os funcionários”, disse Gurgel.

O advogado disse ainda que a Braseco vai entrar na justiça exigindo o pagamento contratual da dívida. “Nenhuma empresa pode ser levada à falência por um ‘pseudo-interesse público. A própria Constituição diz que se o poder público se o serviço público não pagar a empresa por mais de 90 dias ela pode pedir o cancelamento do contrato”, disse Marcos Gurgel.

No dia 18 de outubro o promotor de defesa do Meio Ambiente, João Batista Barbosa Machado deu entrada em ação civil e criminal contra a Urbana e seus diretores pedindo providências com relação ao problema do lixão de Cidade Nova. A promotoria aguarda resposta judicial da ação, que tramita na 18ª Vara Civil. “Não podemos aceitar que a Prefeitura de Natal continue com esse descaso. Nós queremos a solução imediata da questão, caso contrário vamos pedir a mobilização de recursos do município para pagar a dívida”, disse.

Na manhã de hoje o promotor fará uma visita ao lixão de Cidade Nova e depois terá uma reunião com representantes do município e da Urbana.

Crianças e adultos disputam o lixo

Crianças e adultos em meio a toneladas de lixo disputando entre si – e os animais – restos de comida, objetos e material reciclável. Foi isso que viu a reportagem da TN quando esteve na Estação de Transbordo de Cidade Nova, na tarde de ontem.

Com o acúmulo de lixo no local e o fim do projeto da coleta seletiva domiciliar, os catadores se viram obrigados a retornar para a estação. “Há uns dois meses a Prefeitura deixou de fornecer os caminhões da coleta seletiva e a gente teve que voltar para cá. Tenho oito filhos para criar e não posso ficar parada. Não é bom ficar aqui, mas é o jeito”, disse catadora Maria de Lourdes Freire.

Ela estava trabalhando sem luvas e botas de proteção. Assim como Maria de Lourdes outras pessoas estão na mesma situação. É o caso de Alzenir Maia da Cruz.

O presidente da Urbana, Bosco Afonso disse que a Prefeitura não cancelou o projeto. “Fizemos uma reformulação do sistema, pois havia uma ociosidade dos caminhões que eram pagos pela Urbana. Eram 16, mas vimos que dez veículos fariam, sem problemas os trabalho da coleta. E isso não foi visto com bons olhos pelos catadores”, disse Bosco Ele disse ainda que os catadores que voltaram para a estação de transbordo não faziam parte das associações: “são outros que foram para lá devido ao problema do acúmulo de lixo”. Com relação à dívida com a Braseco, o presidente disse que a Urbana está cumprindo tudo”.

FONTE: TribunaDoNorte

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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Árvore de Natal 100% Ecológica!

Se você decidiu dar apenas brinquedos ecológicos neste natal, com certeza não vai querer colocá-los embaixo de uma árvore de verdade arrancada ou de uma árvore de plástico.

A Cardboard Christmas Tree é uma árvore de natal verdadeiramente ecológica feita de papelão 100% reciclado. Uma criação da Cloud Gate Design de Chicago a árvore mede aproximadamente 90 cm x 90cm.

As crianças podem usar e abusar da imaginação para decorar a árvore usando canetinhas, tinta, purpurina e os vários enfeites de natal de papelão que vêm com a Cardboard Christmas Tree. Uma ótima idéia!

A Cardboard Christmas Tree custa US$22,95 no site da Cloud Gate. Infelizmente eles não aceitam encomendas internacionais. Mais de acordo com a ideia elaborada você pode ja ir criando a sua, pois a mesma utiliza de materias facilmente achado, e de custo muito baixo.


Fonte:Inhabitat.

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Fábrica de Papel Reciclado, uma Brincadeira Ecológica!

O kit Paper Recycling Factory by Bill Nye é perfeito para crianças e pais que se preocupam com o meio ambiente!

O kit ensina as crianças a importância da reciclagem e da re-utilização consciente dos materiais. Com o Paper Recycling Factory as crianças podem criar cartões, blocos e cadernos utilizando papel reciclado feito por elas mesmas!

Um brinquedo muito legal, educativo e ecológico ao mesmo tempo. A fábrica de papel reciclado leva o nome de Bill Nye the Science Guy que fez bastante sucesso na TV americana, durante os anos 90, com um show sobre ciências.

O kit Paper Recycling Factory by Bill Nye custa US$29,95 na Discover This.

Fonte: Via Treehugger.

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Divertido e Ecológico: Veículo Anfíbio com Garrafas PET!

Com o Toysmith Amphibian Rover Kit você pode montar um veículo anfíbio usando garrafas PET usadas.

O Amphibian Rover Kit vem com instruções completas, motor e peças necessárias para montar seu veículo anfíbio. Além do kit você ainda vai precisar de 4 garrafas PET, 2 pilhas AAA e uma chave Philips. Um brinquedo divertido e ecológico!

O Amphibian Rover Kit custa US$14,99 na Amazon.com.

Fonte: Via The Automata / Automaton Blog.

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Kit de Ciências: Faça Baterias com Batatas, Limões e Lama


O Enviro Battery Kit, da 4M Green Science, é um kit científico para construir baterias ecológicas, que funcionam de verdade, usando coisas comuns como batatas, limões, água e lama.

O Enviro Battery Kit vem com placas de zinco e cobre, fios de conexão e uma torre de iluminação com uma lâmpada LED, além de instruções detalhadas para criar vários experimentos como uma bateria moeda, bateria garfo e um jogo com batatas, entre outros.

Excelente brinquedo educacional que ensina o funcionamento da eletricidade e das reações químicas. Indicado para maiores de 8 anos.

O Enviro Battery Kit custa US$13,56 na Amazon.com.


Fonte: BlogDeBrinquedo

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Uso racional da água ainda é pouco incentivado no país

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), cada pessoa necessita de 3,3 metros cúbicos de água por mês. É cerca de 110 litros de água por dia para atender as necessidades de consumo e higiene.

No entanto, no Brasil, o consumo por pessoa pode chegar a mais de 200 litros por dia. Aí entram os maus hábitos de consumo, instalações inadequadas ou com vazamentos e a falta de conhecimento, já que o uso racional da água ainda é pouco incentivado no país. Mas essa realidade vem mudando.

Onde a educação ambiental ainda é tímida o racionamento vem fazendo as vezes de escola e à medida que as famílias são obrigadas a conviver com interrupções no fornecimento de água e energia as dicas sobre como evitar o desperdício em casa viram ações necessárias e corriqueiras. Se você ainda não convive com racionamentos não espere que eles aconteçam para fazer a sua parte.

Dinheiro que vai pelo ralo

A exigência da Prefeitura de Curitiba de instalar cisternas em casas e edificações para captar água de chuva e descartar aos poucos nas galerias pluviais está mudando o comportamento da população. A medida para controlar enchentes torna o armazenamento da chuva automático e, com ele, o seu uso na limpeza e descargas sanitárias, tornando as residências e empresas locais sustentáveis.

"Medida como esta reduz o impacto dos custos da água e favorece o aproveitamento da água chuva, que antes era ignorada", explica Euclesio Finatti, vice-presidente na área de Política e Relações Trabalhista do Sinduscon-PR.

Sistema simples

O aproveitamento da água da chuva é simples: é preciso de uma cisterna, uma caixa d'água, instalada no telhado, uma bomba para levar a água até a edificação e a tubulação para conduzi-la. Esta água armazenada pode ser usada nos sanitários e lavar áreas externas.

"Eu Curitiba, a construção de casas de alto padrão já obedece esta sistemática. Não tem cabimento construir uma casa de 250 metros quadrados e não fazer o uso racional da água. Até porque o custo deste assessório não impacta em mais do que 1% do valor total da obra", esclarece Finatti.

Outro recurso que prédios e grandes consumidores usam é perfurar poços artesianos. "Cavar um poço pode reduzir a conta da água, mas o investimento é alto e além do mais não está sendo feito o aproveitamento da água da chuva. Pelo contrário, aumenta a captação com mais uma fonte. Além disso, a redução na conta não é tão significativa porque a Sanepar não alivia a taxa de esgoto", analisa.

Equipamentos

Para quem quer economizar água Finatti sugere a implantação de equipamentos vendidos em lojas de construção, como a descarga acoplada ao vaso sanitário, que causa menos vazamentos e utiliza quantidade menos água nas descargas. Já existem também descargas com dois botões, para dejetos líquidos e sólidos. "Está provado que são necessários apenas seis litros de água para dar descarga num vaso sanitário.

As antigas válvulas Hidra despejavam de dez a doze litros, provocando grande desperdício", citou. Outra aliada importante para economizar água é a torneira automática. O mercado oferece modelos com sensor elétrico e as de apertar, que dosam a saída de água de acordo com a necessidade.

Aliar estas atitudes com o monitoramento constante de vazamentos, contribui para a preservação das reservas água e ainda faz muito bem ao bolso.

Fonte: ParanaOnline

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sábado, 4 de dezembro de 2010

Mitsubishi investe no mercado de carros elétricos. Conheça o i Miev.

Com a chegada oficial do Chevrolet Volt para o mercado consumidor norte-americano, as montadoras estão investindo pesado no carro elétrico. Os carros híbridos já haviam conquistado uma parcela do mercado com o Toyota Prius. O conhecido Tesla Motors que é um veículo esporte totalmente elétrico já está a venda há muito tempo e agora é a vez da Mitsubishi lançar o seu modelo chamado i Miev e está previsto para chegar ao mercado consumidor em 2012 com uma estimativa de venda de 20.000 unidades. O preço de venda é de US$30.000,00.
Só penso que o ano de lançamento é muito tardio, até lá muita água já rolou no mercado principalmente com a presença já da Toyota e da GM na corrida, sem falar no incrível Tesla.
Fonte: Engadget

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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Comunidade de Baia Formosa x Crueis Politicas Publicas

Após fiscalização ao lixão, O IDEMA notifica o Muncípio de Baía Formosa a PARAR IMEDIATAMENTE COM O DESPEJO DE LIXO que já vinha sendo praticado há dois meses. A população de moscas na comunidade triplicou bem como os conflitos de uso e ocupaçao da área. população usa o YOUTUBE como ferramenta para denuncia desse crime ambiental.
Fonte: Youtube

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domingo, 28 de novembro de 2010

A pegada Ecológica

Video que explica o indicador chamado pegada ecologica. Vale a pena conferir e conhecer essa ferramenta, a qual mostra a realidade vivenciada na trajetoria atual da humanidade.

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Desenvolvimento Sustentável

O vídeo apresenta o empenho do Brasil na atuação do Desenvolvimento Sustentável. Vale a pena assistir

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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Agenda Ambiental na Administração Publica

Animação explicativa da A3P, um programa do Ministério do Meio Ambiente que visa inserir a educação ambiental nas atividades administrativas e operacionais da Administração Pública por meio do combate ao desperdício, gestão ambiental dos resíduos, a licitação sustentável e a conscientização dos servidores quanto aos impactos ambientais decorrentes de suas atividades.


Fonte: AmbienteBrasil

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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Parque ecológico interditado

Um dos elos da cadeia turística do Rio Grande do Norte foi quebrado – o passeio de bugue nas dunas móveis – com a interdição do Parque Ecológico e Turístico de Jenipabu, no município de Extremoz. A reclamação é geral, principalmente entre os 160 bugueiros que vivem dessa atividade econômica, embora a ponta dessa ocorrente seja a rede hoteleira que recebe os turistas que chegam em Natal pelo portão de entrada do aeroporto Augusto Severo ou aqueles que vêm por via terrestre de todas as regiões do País e do exterior.

Bugueiros reclamam da interdição do Parque Ecológico. O presidente do Sindicato dos Bugueiros do RN, disse que a interdição feita pela Superintendência Regional do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) surpreendeu a todos porque “pegou o “feriadão” e não deixou uma brecha para qualquer tipo de negociação, vez que o lacre do portão de entrada do Parque Ecológico de Jenipabu ocorreu entre o meio-dia e 13 horas da sexta-feira, dia 12.

Essa é a segunda interdição do Parque Ecológico em menos de dois meses. No dia 23 de setembro o Ibama fez a mesma coisa, forçando os proprietários da área de dunas móveis a requerer a licença ambiental junto ao Instituto Estadual Desenvolvimento Sustentável e Defesa do Meio Ambiente (Idema).
Segundo o presidente do sindicato interdição do passeio de bugue nas dunas móveis “causa um prejuízo enorme para o turismo do Estado” e deixou os bugueiros de mãos atadas porque não tinham como recorrer judicialmente contra a medida do Idema, por exemplo, com a interposição de um mandado de segurança, coisa que só pode ser feita a partir de hoje, 16, com a volta do expediente na Justiça Estadual.
Nota Espeditocarvalho: As dunas foram interditadas um fato..... É muito engraçado as pessoas relatarem prejuizo com isso, mas aonde está a preocupação com o prejuizo ambiental que em termos de valores é imensuravel e ainda encontra-se fora de sua real percepção, nosso planeta grita, o homem cada vez mais degradada o seu meio buscando valores economicos ditos sustentaveis. A atividade que é desenvolvida por esses 160 bugueiros é altamente impactante para o ecosistema ali presente, eu sou a favor do meio ambiente e de um desenvolvimento sustetavel a exploração do meio ambiente ali presente precisa de um manejo adequado.

Fonte: TribunaDoNorte

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terça-feira, 28 de setembro de 2010

BRIQUETE - Alternativa Energética

O Briquete é resultado do processo de secagem e prensagem de serragem ou pó dos mais diversos tipos de madeira. O alto poder calorífico torna o briquete ideal para uso em caldeiras industriais, fornos de padarias, pizzarias, cerâmicas, lareiras e outros.
O Briquete é uma lenha ecológica que substitui como muita eficiência o material usado em caldeiras industriais, o gás, a energia elétrica e outros, aproveitando assim as sobras de madeira que eram jogadas no lixo, poluindo o meio ambiente. Agora, com o reaproveitamento dessas sobras como matéria-prima na produção dos briquetes, isso não ocorre mais, e o que era lixo virou energia, ajudando assim a preservar a natureza, contribuindo com o governo na economia de energia e também no controle do desmatamento florestal.
O uso de Briquetes veio como alternativa para substitui a lenha na sua totalidade, sem a necessidade de qualquer modificação no equipamento, inclusive os novos fornos a lenha compactos, assegurando assim economia, comodidade, rentabilidade e garantia no fornecimento.
Vantagens do Briquete sobre a lenha
Maior poder calorífico:
Briquete: 4800 kcal/kg
Lenha: 2200 a 2500 kcal/kg
Menor umidade:
Briquete: 10- 12%
Lenha: 30- 50%
- Devido à pouca umidade o Briquete produz pouca fumaça, cinza e fuligem em relação a lenha.
- O Briquete é vendido por peso certo. Já a lenha é comercializada por m3, o que permite perdas devido aos vazios em seu empilhamento.
- Para produzir o mesmo efeito térmico de uma tonelada de Briquete são necessários 4 a 5m3 de lenha.
- Em razão de sua regularidade térmica, o Briquete mantém o calor Homogêneo.
- Alto poder calorífico
- Maior temperatura de chama
- Regularidade térmica
- Facilidade no manuseio
- Menor espaço de armazenagem
- Menor índice de poluição
- “Ecologicamente correto”, diminui o desmatamento.
A forma do briquete é bem característica a um bloco cilíndrico compacto, de alta densidade.

Fonte: FIEC

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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Políticas públicas para os animais também!


As eleições estão em alta, a toda hora temos debate sobre todo tipo de promessa, as quais na maioria das vezes não são compridas, é a hora de prestarmos muita atenção no que os candidatos têm a nos dizer sobre os animais, aqui no nosso estado Rio Grande do Norte (RN) dificilmente presenciamos algum politico interessado nessa tematica.
Preste muita atenção e não vote em qualquer um, não suje seu voto com um politico so porque ele é palhaço ou aparece na TV, o que eles trouceram de real beneficio a sociedade, vivemos em uma politica de pão e circo, onde damos gargalhada, quando deviamos esta exercendo nossa cidadania com inteligência, ja tive voto de protesto, mais nunca mais o repito, esfacelando nossas futuras gerações com humoristas os quais deixam tudo na mesmice ou pior... pesquise bem a vida do camarada e veja se ele se preocupa com o meio ambiente e com os nossos amigos animais que não podem votar.

"Uma empresa chamada WSPA está lançando um adesivo para carro que tem como foco as eleições.
Já é hora de mostrarmos a necessidade de termos políticos interessados no controle das populações animais, e com as reais tematicas ambientais.
Lembro que é muito importante fazermos uma campanha maciça em cima dessa mensagem, pois até agora não vimos nenhum candidato levantar a questão dos animais, nem outros tipos de politicas publicas que benefeciem realmente ao mesmo tempo a comunidade (Meio ambiente+Homem).

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Ministério do Meio Ambiente (MMA) quer realizar concurso público para 200 vagas com salários de R$ 5.000,00 ainda em 2010

O Ministério do Meio Ambiente pretende fazer concurso para 200 vagas para o cargo de analista ambiental, que exige nível superior e tem salário de aproximadamente R$ 5 mil. Segundo o órgão, a solicitação para a realização da seleção já foi enviada ao Ministério de Planejamento, que ainda não autorizou o concurso.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, se for autorizado pelo Planejamento, a previsão é que o concurso seja realizado até o final de 2010, com a contratação dos aprovados em 2011.

O órgão informou que o último concurso para o cargo aconteceu no segundo semestre de 2007, para 83 vagas, que foram preenchidas em novembro do mesmo ano. Na época os cargos oferecidos foram Analista Ambiental – Área de Concentração I: Administração e Planejamento em Meio Ambiente (43 vagas), Área de Concentração II: Políticas e Gestão em Meio Ambiente (40 vagas). Para ambos os vencimentos eram R$ R$ 3.663,77.

Fonte: Ambiente_Brasil

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A História da Água Engarrafada


Depois do sucesso do vídeo A História das Coisas, Annie Leonard produziu um novo vídeo de conscientização ecológica: The Story of Bottled Water, traduzindo a budega veia fica A História da Água Engarrafada.

A proposta com este vídeo de oito minutos, é de estimular o consumo de água da torneira. Seu argumento baseia-se em pesquisas científicas que comprovaram que a água de garrafa muitas vezes tem menor qualidade do que a filtrada; testes de opinião pública mostram a água tratada como de "gosto mais puro" que a mineral; água armazenada em garrafas plásticas podem custar até 2 mil vezes mais que a água de torneira. Annie defende que a água é um bem de todos e não deveria ser comercializada. “O que eles vão vender depois, ar?”, ela se pergunta.

Dentre outros problemas com relação à água engarrafada está o lixo gerado pelo plástico das embalagens, já que 80% destas garrafas não são recicladas e acabam parando em lixões de países subdesenvolvidos. Só nos Estados Unidos mais de 500 milhões de garrafas de água são consumidas toda semana, o que permitiria dar mais de 5 voltas em torno do nosso planeta.

A ativista finaliza o vídeo dizendo que a solução é cobrar de políticos e órgãos públicos mais investimentos de infraestrutura para o tratamento da água e prevenção da poluição de rios e lagos, que segundo ela são poluídos pelas próprias indústrias que fabricam as águas engarrafadas.

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Rio Jundiaí irá passar por mutirão de limpeza

O Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias acontecerá em Macaíba no próximo sábado, 18 de setembro, no rio Jundiaí, a partir das 8h30. O evento internacional criado em 1986 e realizado anualmente para promover a conscientização e melhorar a qualidade ambiental conta com o apoio da Coca-Cola Brasil e da Norsa, fabricante dos produtos da marca Coca-Cola nos Estados da Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.

A empresa formará equipes de coleta somando cerca de 1000 voluntários nos quatro estados, sendo 150 voluntários em Macaíba e cada grupo munido de sacolas plásticas biodegradáveis, luvas plásticas, camisa, formulário e lápis vai coletar um tipo de material. Ao final da ação, o lixo reciclável será destinado à cooperativa de reciclagem COOCAMAR e os não reciclados são enviados para aterro sanitário municipal.

Em 2009, a iniciativa recolheu mais de 74 toneladas de lixo em todo o país, 2.264 quilos só na área da Norsa. “Durante a mobilização vamos promover a educação ambiental com a comunidade a fim de evitar o descarte do lixo nas margens do rio e das praias que vai desde embalagens até pneus e fraldas descartáveis” afirma Deraldina Ramos, coordenadora de Qualidade e Meio Ambiente da Norsa.

"Na realidade o que o Rio Jundiai está precisando é de dragagem do seu canal. Tem que ser feito um projeto de SGA na comunidade e evitar esses mutirões de limpeza que de nada repercuti no dia a dia da problematica. mais e mais multirões virão se não tiver politicas publicas efetivas que mitiguem a problematica, tem que ser feito um projeto continuo e com seriedade, no meu ponto de experiencia os mutirões de limpeza nada produzem de beneficio a longo prazo na comunidade in loco. É como se fosse uma brincadeira de coleta feita em grupo, tem que ter concientização das comundiades as quais abordam a problematica, e não somente no mutirão que serve somente pra chamar atenção da midia, mais sim um um projeto e trabalho continuo que traga produtos a comunidade, por favor, Não deixemos o marketing ambiental tomar conta de nossas mentes ja poluidas. Ass.:Espedito Carvalho"
Fonte: Tribuna

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terça-feira, 14 de setembro de 2010

A história do Cap and Trade

Annie Leonard, a ambientalista americana, autora dos vídeos circulados pela internet A história das coisas e A história da água engarrafada, agora dá a sua opinião sobre a comercialização das emissões de carbono, também discutida durante a Conferência das Partes sobre o Clima (COP-15), em um novo vídeo: A história do Cap and Trade.

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Made in Forest – a 1ª rede social ambiental (e brasileira)


Com o objetivo é viabilizar um mundo mais sustentável o Made in Forest, 1ª rede social ambiental já conecta quase seis mil cadastros de instituições e cidadãos de 28 países do mundo. A melhor parte da história é que a iniciativa foi de dois Brasileiros: Martin Mauro e Fábio Biolcati, ambos ex-executivos da indústria farmacêutica.
Encontre tudo que necessita sobre eco sustentabilidade, ecologia e meio ambiente. Made in Forest foi concebido para oferecer oportunidades às pessoas e pequenas comunidades que habitam as florestas e ambientes naturais de todo o planeta, a obterem dignamente fonte de renda para o sustento de suas famílias a partir do conceito do preservacionismo ou processo de exploração sustentável do meio-ambiente onde vivem. Os produtos e serviços oriundos destes povos e comunidades, bem como das organizações não-governamentais engajados na causa ecológica podem assim, serem promovidos e comercializados em todo o mundo.

Made in Forest foi idealizado para melhorar a qualidade de vida dos animais, plantas, reservas e fontes naturais, sem as quais a vida humana é impraticável. Acreditamos que a raça humana pode gerenciar os recursos naturais de maneira sustentável sem prejuízo do progresso. O manejo inteligente é a chave para as relações desta causa.

Fonte: MadeInForest

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A falta de água está cada vez mais próxima! Como você faz para economizar?


A água é um recurso essencial para todos nós, além de sua importância vital ela é também um fator de grande importância para o desenvolvimento econômico, e corresponde a um dos bens mais consumidos pela humanidade. Sua demanda aumenta a cada dia com o crescimento da população, porém, enquanto alguns utilizam o recurso de maneira exagerada, muitos não sabem sequer o que é ter água encanada potável em casa. A escassez de água que era considerada no passado uma hipótese restrita a regiões áridas, já passou a ser realidade na vida de comunidades em todo o mundo.De acordo com dados da ONU, uma a cada seis pessoas não tem acesso à uma quantidade de água potável suficiente para suprir as suas necessidades, o que ocasiona a morte de 1,5 milhões de pessoas a cada ano, e se não mudarmos nossos hábitos de consumo atuais, estima-se que até 2025 dois terços da população do planeta viva em regiões com pouca água.
Como você faz para economizar água? Deixe aqui suas dicas!
Aqui na cidade onde resido a mais de 20 anos, me deparei com uma situação de descaso, onde ao lado da via na avenida Roberto Freire uma das principais vias de acesso a cidade, corria água potável na pista por uns 500m descendo a ladeira, tratava-se de um sistema de irrigação a qual a gestão Municipal de Natal/RN implantou, onde podia-se ver a ignorância do desperdício, onde além de irrigar as plantas beneficiava o sistema viário e o carro dos contribuintes assim como seu bolso e o desperdício de um recurso natural importantíssimo. Até onde vamos?? Pouco tempo atrás nessa mesma Gestão fomos vitimas de um vazamento o qual demorou mais de um mês para ser reparado. até onde vai o descaso??
Fonte:AmbienteBrasil

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terça-feira, 17 de agosto de 2010

Contra agrotóxicos, consumidores migram para orgânicos!

Consumidores recorrem aos alimentos orgânicos para se protegerem contra os resíduos de agrotóxicos. Relatório recente analisou amostras de alimentos e 17% continham resíduos não autorizados ou acima do limite máximo permitido. A população começa a reconhecer a existência dos perigos existentes nos alimentos oriundos do uso de venenos na produção. Com clareza a reportagem demonstra a importância do consumo seguro dos alimentos, em especial, no depoimento das pessoas entrevistadas.


Fonte: UOL notícias

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Logística Reversa e a Politica Nacional de Resíduos Sólidos

Conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial para seu reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou para outra destinação final ambientalmente adequada.

Um exemplo de logística reversa que já é praticado a quase 10 anos no Brasil é o caso das embalagens de agrotóxicos, conforme demonstrado no vídeo abaixo: Por força da Lei n.º 12.035/10, que criou a mencionada Política Nacional de Resíduos Sólidos, estão obrigados a estruturarem e implementarem sistemas de logísticas reversa, mediante retorno dos produtos e embalagens após o uso pelos consumidores, de forma independente do serviço público de limpeza urbano, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de:

I – agrotóxicos, seus resíduos e embalagens, assim como outros produtos cuja embalagem, após o uso, constitua resíduo perigoso;

II – pilhas e baterias;

III – pneus;

IV – óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;

V – lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista;

VI – produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

Além desses produtos, a obrigatoriedade da implantação de sistema de logística reversa poderá ser estendida em relação a produtos comercializados em embalagens plásticas, metálicas ou de vidro, e aos demais produtos e embalagens conforme o grau e a extensão dos impactos causados à saúde pública e ao meio ambiente pelos resíduos gerados.

Formas de coleta de materiais e embalagens:

Entre os procedimentos que integram a logística reversa que as empresas obrigadas à sua adoção deverão providenciar, destacamos:

a) – a implantação de procedimentos de compra de produtos ou embalagens usados;

b) – disponibilizar postos de entrega de resíduos reutilizáveis e recicláveis;

c) – firmarem parcerias com cooperativas e outras formas de associações de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis.

Os comerciantes e distribuidores deverão providenciar postos de recolhimento para devolução por parte dos seus consumidores dos produtos e/ou embalagens obrigadas à adoção da logística reversa. Caberá a esses comerciantes ou distribuidores a devolução desse material para seus fabricantes ou importadores, que por sua vez darão destinação ambientalmente adequada a esses produtos e embalagens.

Acordos setoriais e termos de compromisso:

Importante destacar que as entidades responsáveis pela realização dos serviços de limpeza pública urbana e o manejo de resíduos sólidos poderão firmar acordos setoriais ou termos de compromissos com as empresas obrigadas à adoção da logística reversa, devendo essas empresas arcar com os custos envolvidos em tais operações. Esses acordos e termos de compromisso podem ser adotados em âmbito federal, estadual e municipal.

No nosso próximo artigo finalizaremos a analise da nova Política Nacional de Resíduos com a analise do que deve ser feito no caso dos resíduos perigosos.

Fonte: Borishermanson

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O planeta agradece Reciclagem

Os ecopontos já não são novidade. Todos sabem o que são e para que servem. Os contentores verdes(vidro) amarelos (plástico) e azuis (papel), estão em todo o lado.
São mais de 27 mil em todo o país.
Reciclar, ou seja, transformar uma coisa inútil em algo que seja novamente útil é, sem dúvida, o melhor tratamento para os resíduos sólidos urbanos. Abaixo segue um video extraido de uma materia da rede televisiva RTP portuguesa.

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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Educação ambiental políticas de melhoria

Abaixo segue uma avaliação políticoinstitucional da Educação Ambiental (EA). Para avaliar a trajetória da EA no Ministério da Educação e em particular no Ensino Fundamental, é importante falar um pouco da amplitude da questão ambiental nas políticas públicas, na legislação e nas discussões internacionais. A sincronia existente entre os movimentos ambientalistas, a história da EA e sua trajetória são determinantes para entender seu tratamento nos sistemas de ensino.
Este trabalho está dividido em três partes. A primeira, De onde saímos, esclarece, ainda que de forma sucinta, a história da EA como estratégia utilizada na defesa do meio ambiente e sua trajetória nas políticas ambientais que, em muitos momentos, impulsiona a EA nas políticas educacionais. Click em Leia mais logo abaixo, para visualizar a postagem completa.
A segunda, Como avançamos, comenta as ações em EA no MEC, no período de 1991 a 1998, incluindo as contribuições na II Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento – Rio 92 e outras ações que difundiram a EA no contexto da educação. Em seguida, discutiremos a gestão atual de 1999 a 2002, quando a Coordenação Geral de Educação Ambiental, inserida na estrutura da Secretaria de Educação Fundamental, propõe como missão a institucionalização da EA no MEC e nas Secretarias de Educação e formula as políticas de inserção do tema nos sistemas de ensino. Na última parte, Aonde chegamos, descrevemos o Programa de Formação Continuada, Parâmetros em Ação – Meio Ambiente na Escola (PAMA),
como eixo de institucionalização da EA na escola e no MEC para o Ensino Fundamental.
Finalmente, foram elencadas as dificuldades e avanços observados nos sistemas de ensino e nas políticas públicas de educação, para absorver e assumir como sua responsabilidade o tema meio ambiente; e propostas de encaminhamento, para fortalecer este processo de institucionalização da EA nos sistemas de ensino, considerando os espaços conquistados.

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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Educação ambiental começa na escola

Preservar é preciso! Acabar com a degradação? quase impossivel para a realidade vivenciada com um mercado altamente capitalista, mas, o que interessa é o que podemos contribuir, façamos nossa parte! Acorde pense no que irá fazer hoje, amanhã? Abaixo segue a parte I de um video idealizado em uma abordagem de trabalho executado na escola junto a comunidade.


Fonte: TV_ecologica

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terça-feira, 27 de julho de 2010

Vínculos de Negócios Sustentáveis e Resíduos Sólidos

Vínculos de Negócios Sustentáveis em Resíduos Sólidos é um catálogo produzido em formato digital pelo Instituto Ethos no âmbito do Programa Vínculos de Negócios Sustentáveis em Resíduos Sólidos, segue abaixo para leitura, para fazer o download do mesmo é necessario o cadastro no site www.slideshare.net. agradeço a todos que visitam esse blogger.

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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Tratado de Educação Ambiental

Segue abaixo um video onde se fala sobre o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global.

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domingo, 25 de julho de 2010

Financiamentos ECO-Culturais

Existem diversos editais abertos para projetos direcionados a área de Meio Ambiente.
É uma oportunidades para todos à darmos um salto de qualidade na área de meio ambiente e bem estar social e executar boas praticas de politicas publicas direcionadas a temática a qual é bem comentada atualmente mais pouco executada, a nível Municipal e estadualara.

A seguir alguns informes sobre alguns projetos direcionados a essa área. click em leia mais.

Divulgados os temas para projetos a serem financiados pelo FNMA – demanda espontânea. Mais informações em:

MMA - Ministério do Meio Ambiente


Tema 1: Recuperação Florestal de Áreas Alteradas e Degradadas - Especificamente aquelas localizadas em nascentes cujo manancial esteja sendo utilizado no abastecimento humano,

A ação visa qualificar a participação dos possíveis tomadores, de modo a agregar estratégias de recuperação florestal à política pública de abastecimento humano.

Deverá ser demonstrada a relação entre a ação fomentada e as políticas públicas voltadas à recuperação/preservação/conservação dos recursos naturais da localidade em que ocorrerá a ação (ex: Plano estadual de Recursos Hídricos, Plano de Bacias, política pública de abastecimento do município).



Tema 2: Manejo da Biodiversidade com base no desenvolvimento comunitário

A ação visa apoiar projetos voltados à iniciativas comunitárias conservacionistas protagonizadas por mulheres (pescadoras, marisqueiras, quebradeiras de coco babaçu e agricultoras familiares em geral) cujos objetivos visem a gestão sustentável dos recursos naturais, bem como a geração de renda para núcleos familiares e a valorização do saber tradicional.

Os projetos devem enfocar a utilização dos recursos da sociobiodiversidade. Entende-se por sociobiodiversidade a relação entre bens e serviços gerados a partir de recursos naturais, voltados à formação de cadeias produtivas de interesse de agricultores familiares e povos e comunidades tradicionais.

Desta forma, poderão ser apoiadas espécies de todos os biomas brasileiros, desde que seja comprovada a agregação de valor socioambiental como: sementes nativas, crioulas, artesanato, etc.

Somente a título de exemplo citamos as cadeias produtivas da castanha do Brasil, babaçu, andiroba, entre outras, que garantam a inclusão produtiva por meio de tecnologias sustentáveis.

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Novo Código Florestal aumenta pedidos para desmatamento no país

Vários estados estão preocupados com a corrida por autorizações de desmatamento e alguns, como Tocantins e Minas Gerais, notam crescimento da procura. O principal motivo é a possibilidade de mudanças do Código Florestal. No início de julho, uma comissão especial da Câmara aprovou proposta elaborada pelo deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP) para mudar a lei. A votação só deve ocorrer após as eleições.

A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu (DEM-TO), havia previsto essa corrida. Isso porque o texto estabelece uma moratória de cinco anos para novos desmatamentos. Hoje é possível desmatar 20% da propriedade na Amazônia e 75% no Cerrado (em estados da Amazônia Legal).O secretário estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais, José Carlos Carvalho, diz que a pasta tem identificado 'uma maior pressão para desmatamento neste ano'. Houve um aumento de cerca de 20% nas autorizações para intervenção na vegetação. Em 2009 foram 1.710 autorizações. E, até 12 de julho de 2010, 1.046.

Para Carvalho, tomando como base o princípio da precaução, deveriam ser suspensas as autorizações para desmate até a lei ambiental ser definida. Denílson Bezerra, diretor de Florestas do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), relata um aumento de cerca de 30% na busca por licenças de desmate. Nos seis primeiros meses deste ano foram 232 autorizações para desmate, contra 350 de todo o ano passado. 'O Tocantins tem forte vocação agropecuária. Temo que, com essa moratória, o desmatamento ilegal volte a aumentar', diz. De acordo com ele, o estado tem boa logística e terras baratas, o que atrai os produtores. 'Tem havido um aumento da demanda por desmatamento e estou preocupado com isso.'

O deputado Aldo Rebelo não vê problema no aumento de pedidos para desmatar - já que é um direito do produtor pela lei atual. Assuero Veronez, da CNA, afirma não ter percebido um crescimento da busca por permissões de desmatamento no Acre. Mas também diz se tratar de um direito legítimo do proprietário.

Fonte: Globo_Rural

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sábado, 24 de julho de 2010

Desmatamento na Amazônia cai 47% na comparação anual


O acumulado do desmatamento na Amazônia entre agosto de 2009 e maio de 2010 caiu 47 por cento, para 1.564 quilômetros quadrados, em relação ao mesmo período um ano antes, quando o desmatamento atingiu uma área de 2.958 quilômetros quadrados.
Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente nesta quinta-feira, os Estados líderes de desmatamento, em monitoramento em maio deste ano, são Mato Grosso (51,9 quilômetros quadrados), Pará (37,2), Rondônia (10,7) e Amazonas (9,8 km).A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, avaliou que a redução é uma tendência que vem se consolidando por diversos fatores, inclusive ações estaduais e fiscalizações que envolvem Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional e Casa Civil.
O bioma da Amazônia tem área total de 4,2 milhões de quilômetros quadrados, o que corresponde a 48,1 por cento do território brasileiro, e abrange os Estados do Pará, Amazonas, Amapá, Acre, Rondônia e Roraima e algumas partes do Maranhão, Tocantins e Mato Grosso.

Fonte: O_Globo

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Projeto de Lei 1991/2007 - Resíduos

Apresentação em Slide a qual mostra um panorama sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos, onde cita uma das principais problemáticas como a falta de planejamento das ações; pouca capacidade de gestão dos município; falta de pessoal qualificado para o gerenciamento e gestão dos serviços; custo elevado da prestação dos serviços para municípios com baixa arrecadação; baixo índice de reciclagem dos resíduos sólidos gerados; falta de sustentabilidade dos empreendimentos e serviços públicos; inércia na solução de problemas antigos; ausência do Estado como articulador e fomentador da gestão associada dos serviços públicos.

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WWF-Brasil - Mundo


O aquecimento global não é um fenômeno natural, mas um problema criado pelos homens. Qualquer pequena tora de madeira, cada gota de óleo e gás que os seres humanos queimam são jogados na atmosfera e contribuem para as mudanças climáticas.

Essa é a mensagem de Mundo, o primeiro vídeo da trilogia Pense de Novo. Confira e deixe seu comentário!

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5 ações que você pode fazer - Educação Ambiental


Você pode fazer parte desta Campanha, pratique as 5 ações que são propostas no vídeo, passe para seus amigos, a Educação Ambiental depende de todos para atingirmos uma melhor sustentabilidade e igualdade.

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terça-feira, 20 de julho de 2010

Como as Mentiras Ambientais se tornam Reais

Depois da votação do relatório apresentado pelo Deputado Aldo Rebelo para modificações ao Código Florestal temos visto uma avalanche de reações daqueles que se dizem contrários às mudanças propostas.

O curioso é que não há, nessas centenas de manifestações, qualquer menção a questão de mérito, ou seja, o movimento desfavorável não sabe dizer ao que é contrário especificamente.

As palavras que mais são encontradas nos textos produzidos e reproduzidos são “retrocesso” e “desmatamento”, no entanto, mesmo com boa vontade, não é possível entender em que ponto estaria o tal retrocesso e de que maneira o relatório aprovado poderia aumentar ou facilitar o desmatamento.A partir dessas falsas premissas, verdadeiras teses são desenvolvidas. Teses estas que tem absoluta pertinência e fundamento técnico, mas que são absolutamente inaplicáveis ao caso por terem se baseado numa idéia que não corresponde com a realidade. Este processo de reação pode ser altamente instrutivo. Demonstra claramente como acontecem as deturpações da verdade que acabam culminando em ações reais.

Um exemplo para facilitar: movimentos ambientaslistas, movidos por interesses diversos dos de real proteção ambiental, começam a dizer que a espécie Araucária Angustifólia, o Pinheiro do Paraná, está ameaçada de extinção. Principiam a reprodução matérias sobre a beleza e importância da espécie e divulgam números e estatísticas parciais que dão a impressão de que realmente existe o perigo de ver a tão simbólica árvore desaparecer da face da Terra. A partir daí, pessoas bem intencionadas e realmente preocupadas com a questão passam a participar dos movimentos em prol da salvação da espécie e a reagir contra qualquer tentativa de demonstração contrária.

Estimulada pela pressão popular, uma Resolução do CONAMA (278/2001) suspende toda e qualquer exploração da espécie, mesmo mediante planos de manejo sustentáveis previamente aprovados nos órgãos ambientais, ou seja, uma ação real, que, baseada em uma premissa falsa criada por movimentos de interesses questionáveis, criou uma proibição e colocou a Araucária atualmente, de forma oficial, nas listas de espécies ameaçadas de extinção.

A academia, como a Universidade Federal do Paraná, de Santa Catarina, o CREA, a EMBRAPA e diversas outras instituições já se manifestaram sobre o grande número de espécimes, a alta variabilidade genética existente da referida espécie e que o seu manejo é a melhor forma de preservação, porém, os movimentos populares são tão intensos e apaixonados que sufocam as opiniões acadêmicas.

Eis o que está acontecendo novamente!

A idéia repetida de que a modificação no Código Florestal vai estimular e permitir o desmatamento é uma mentira que está sendo maliciosamente plantada no inconsciente da sociedade para que o controle das questões ambientais do Brasil não saia das mãos dos mesmos que dizem que a Mata Atlântica pode ser encontrada no Sul do Piauí ou em Foz do Iguaçu.

Não há no relatório proposto uma linha sequer que permita cortar uma só árvore. Ao contrário, os mecanismos criados estimulam a recuperação de APPs e dão eficiência ambiental às Reservas Legais.

Infelizmente a sociedade baseia suas opiniões no que lhe parece e não no que conhece. É necessária a divulgação correta das informações, não para que não haja posicionamentos contrários, mas que para qualquer posicionamento seja baseado na verdade.

Fonte: Ambiente_Brasil

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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Direito Ambiental

O Direito Ambiental é a área do conhecimento jurídico que estuda as interações do homem com a natureza e os mecanismos legais para proteção do meio ambiente. É uma ciência holística que estabelece relações intrínsecas e transdisciplinares entre campos diversos, como antropologia, biologia, ciências sociais, engenharia, geologia e os princípios fundamentais do direito internacional, dentre outros.

No Brasil, o emergente Direito Ambiental estabelece novas diretrizes de conduta, fundamentadas na Política Nacional do Meio Ambiente (lei 6.938, de 31/8/81). Esse código estabelece definições claras para o meio ambiente, qualifica as ações dos agentes modificadores e provê mecanismos para assegurar a proteção ambiental. A lei 6.938, regulamentada pelo decreto 99.274, de 6 de junho de 1990, institui também o Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA), constituído por órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos municípios e pelas fundações instituídas pelo poder público, responsáveis pela proteção e melhoria da qualidade ambiental.

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Água vs Agropecuária (Evento)

Profissionais agropecuários e que atuam com manejo ambiental da pecuária terão oportunidade de discutir um tema atual e que cada vez mais desperta a preocupação da sociedade: os potenciais impactos das produções animais na qualidade e quantidade dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos. O momento da discussão será nos dias 8 e 9 de julho, no auditório da Embrapa Suínos e Aves, em Concórdia (SC), durante o I Simpósio de Produção Animal e Recursos Hídricos (SPARH).

O evento tem como objetivo principal oferecer atualização, vivência de experiências e novos conhecimentos aos profissionais oriundos de diversas regiões do Brasil, bem como fomentar a educação hídrica entre os atores das cadeias produtivas pecuárias.O pesquisador da Embrapa Suínos e Aves e coordenador técnico do evento, Julio Palhares, destaca que, além das produções animais serem grandes demandantes de água em qualidade e quantidade, fazendo que conflitos entre essas produções e os outros usuários ocorram, também demandam preocupação devido ao manejo ambiental vigente para os seus resíduos, que tem no uso destes como adubo a sua principal forma. “Este manejo caracteriza-se como uma fonte de poluição difusa e potencial ameaça aos recursos hídricos superficiais e subterrâneos”, comenta Julio.

Programação - A dinâmica do I SPARH terá apresentação de painéis e de palestras, seguidas de debate. O primeiro painel será no dia 8, logo após a abertura oficial do evento, sobre “Outorga de água na produção animal”, com o palestrante Marcos de Oliviera, da Agência Nacional de Águas (ANA). No período da tarde estão previstas palestras sobre “Água, principal alimento na produção animal”, com o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves Gustavo Lima; “Uso de resíduos animais como fertilizante e o potencial impacto nos recursos hídricos superficiais e subterrâneos”, com Milton da Veiga, da Epagri; e “Tecnologias de tratamento de efluentes da produção animal”, com o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves Airton Kunz.

Para o segundo dia do evento, no dia 09 de julho, a programação prevê o painel “Quantidade e qualidade da água na produção animal”, com mediação de Fabiana Maldonato, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Serão três palestras nesse painel. A primeira delas será apresentada pelo pesquisador Julio Palhares com foco na produção de suínos. Em seguida o tema será a produção de aves, com apresentação de Nilse Maria Soares, do Instituto Biológico de Bastos/SP. Encerrando o painel, Lídia Picinin, da CAV/UDESC, abordará o tema na produção de bovinos de leite.

As demais palestras do dia 9 serão à tarde e abordarão os temas “A importância do manejo sanitário da produção animal”, com Verônica Schmidt, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e “Uso e manejo da cloração de água na atividade pecuária”, com João Luiz, da empresa Beraca.

Promoção - O simpósio é realizado pela Embrapa Suínos e Aves e conta com a co-promoção da Sociedade Brasileira dos Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindustrial e do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Jacutinga e Contíguos.

Inscrições - Para efetuar a inscrição no simpósio, basta enviar um e-mail para o endereço eventos@cnpsa.embrapa.br, com as seguintes informações: nome completo, instituição, graduação e o setor de atuação na empresa.

Fonte: Suinocultura_Industrial

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terça-feira, 13 de julho de 2010

Ambientalismo Atual (RN)


Através dos anos observamos as diversas formas de manifestação que os ambientalistas encontram com o objetivo de chamarem a atenção da população local ou mundial para as problemáticas ambientais, seja na politica ou em movimentos da sociedade civil. Grande parte desses movimentos é dirigido às ONGs ou Organizações Mundiais de Defesa do Meio Ambiente como a WWF, GreenPeace entre outras.

Os protestos de defesa em prol do meio ambiente variam das mais diversas formas, seja com um grupo de ambientalistas protestando em um barco em frente a uma plataforma de exploração de petróleo, invadindo os locais onde possa chamar atenção da midia ou de orgão públicos.Ou seja, essa é a visão que o mundo tem sobre os ambientalistas, pessoas que agem em prol da preservação ambiental e com atitudes ecologicamente corretas e ao mesmo tempo extremistas, como relatado em outra postagem no blogger, para ser ambientalista não precisa de formação, ser ambientalista é uma filosofia de vida!!!

O que despertou meu interesse pelo tema, foi perceber que muitos gestores ambientais, sentiram-se incomodados ao serem comparados aos ambientalistas, como se esse rótulo fosse um fardo negativo e de grande incômodo, algo que soaria como uma descaracterização e desmerecimento profissional.

Minha opinião sobre o tema é bem simples: nenhum cidadão precisa de um título ou carregar um diploma em baixo do braço para ser ambientalista. Ser ambientalista em grande parte dos casos está muito mais relacionado a um modo de vida do que simplesmente exercer uma profissão na área. Tenho em mente que nós que trabalhamos nessa profissão, atuamos como ambientalistas institucionalizados, pois temos como dever zelar pela integridade e preservação ambiental, em consonância com os princípios e objetivos dos demais defensores.
Sei que muitos profissionais não gostam de serem comparados a manifestantes extremistas, entretanto devemos entender que a causa é mais que nobre, diria que é essencial. O fato de obter um grau cuja descrição seja acrescida da palavra AMBIENTAL, acarreta uma exposição no mercado de trabalho e na sociedade semelhante a imagem transmitida pelos defensores das causas ambientais, entretanto, a única diferença existente é que fazemos disso mais do que um modo de vida, como também de um meio de sobrevivência.

Os movimentos ambientalista no estado do Rio Grande do Norte ainda andam muito desnorteado e sem estrutura, tanto na politica representado pelo partido verde (PV) que nada em prol ao meio ambiente fez ou executou especificamente. Quanto a movimentos da sociedade civil e alguns ONGs que não aparecem na mídia ou sao inexistentes.


É um assunto tão embrionário em nosso pais. Minha percepção é que somos orfãos de bons exemplos em educação ambiental (EA.). Tratamos este assunto como negócio apenas ou modinha. Precisamos educar na base, ou seja, nas escolas, com projetos sustentáveis. As questões ambientais não podem ser vistas de forma aleatória, devemos priorizar, como a educação neste país tão carente de pessoas honestas e de bem!

A listagem dos movimentos ambientalistas no Brasil e no mundo é extensa e tem de tudo; desde a defesa de preservação de uma única espécie animal ou vegetal, como é o caso do Tucuxi, um grupo que luta pela preservação do Boto Cor-de-Rosa da Amazônia. Existem movimentos que lutam pela preservação de um rio, de um lago, ou de um simples córrego, ou uma árvore ameaçada num determinado jardim. Existem outros movimentos que lutam por questões mais planetária como os movimentos que lutam contra a perfuração da camada de ozônio que circunda o Globo Terrestre. Existem abnegados que no anonimato entram com um punhado de sementes numa floresta somente para joga-las no chão.

Existe movimento que luta contra a poluição do ar, como é o caso do Grupo Ecológico Consciência. O S.O.S. Mata Atlântica, luta pelo que resta de uma das matas mais exuberantes do planeta, que na época de nosso descobrimento ocupava todo o litoral Atlântico. A U.I.P.A. - União Internacional Protetora dos Animais, se dedica a defender os indefesos, isto, os animais, contra os maus tratos. O Movimento Pró-Haras, nascido no Bairro Baeta Neves em São Bernardo, luta pela recuperação e preservação de uma antiga chácara localizada num centro urbano e que se encontra abandonada.

Alguns movimentos ambientalistas são compostos por 2 ou 3 pessoas, enquanto outros tem 200 ou mais integrantes, porém, mais importante do que a quantidade é a persistência e a capacidade de conhecimento específico daquilo que se está defendendo. Não basta somente defendermos o Mico Leão Dourado, é necessário que conheçamos cada particularidade do animal para podermos nos convencer e convencer as outras pessoas da necessidade de sua preservação. Na questão da defesa de uma represa, como é o caso da Billings, em São Paulo, se faz necessário conhecer, um mínimo de legislação sobre os mananciais. Os principais diretores do MDV-Movimento em Defesa da Vida do Grande ABC, conhecem o básico sobre a represa Billings e sobre a história da degradação ambiental do Grande ABC.

Se em cada bairro existisse algumas pessoas preocupadas com a própria história local, provavelmente a preservação desses bairros se daria de forma mais concreta e suas praças, córregos e terrenos baldios seriam mais conservados.
Uma matéria publicada recentemente revelou que mais de um terço dos alunos brasileiros têm nível mínimo de conhecimento sobre questões ambientais.
A partir da comparação de 57 nações em um estudo realizado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) , o Brasil ficou em 54º lugar.
37% dos estudantes brasileiros ficaram abaixo do nível mais baixo de conhecimento sobre as questões ambientais e apenas 5% ficaram na escala máxima. A Finlândia, país com melhor desempenho, teve 6% dos estudantes abaixo do menor nível e 25% no maior.
O desafio segundo o estudo, é dar aos alunos conhecimentos e habilidades para entenderem melhor as questões ambientais.

De acordo com Marta Feijó Barroso, professora do Instituto de Física da UFRJ e autora de estudos sobre o ensino de ciências no Brasil, é preciso investir mais na formação de professores, que, disse, é um das principais características dos países bem avaliados, como a Finlândia.
A Educação ambiental deve ser tratada como prioridade em todos os segmentos da sociedade e em todos os lugares. Seja nos primeiros anos escolares como no trabalho, em casa, na rua. O aprimoramento das políticas públicas com o objetivo de desenvolver a educação como um todo, o senso crítico e a necessidade de garantirmos um futuro melhor deveria ser, no mínimo, a principal bandeira de todos aqueles que almejam alcançar algum tipo de cargo representativo da população Brasileira.

Falar de Educação Ambiental num país capitalista selvagem como o Brasil acho um tanto complicado. Vivemos num país onde as práticas andam quilometros de distância das teorias e da realidade; nas escolas se ensina, na maioria delas muitas teorias, e muitas estão desaparelhadas, sucateadas; seus pofessores insatisfeitos e mal preparados, gestores (representantes dos governos)não questiona a situação das escolas e instituições que recebem para administrar, tocando-as como podemm, buscando alternativas para desenvolver sua atividades da maneira que podem. Todavia, a Educação Ambiental seja ela uma disciplina do currículo ou tratada sob forma de tema transversal precisa ser vivida, exemplificada, não adianta teorizar a educação ambiental em ambientes inósptos como podemos obserar na maioria das escolas brasileiras, onde professores de ciências, por exemplos, falam de saúde, quando nas próprias escolas os esgotos correm a céu aberto, onde a água que os alunos bebem vem direto das torneiras sem ser filtradas ou fervida, onde as salas de aula são extremamente quentes, sem iluminação e ventilação natural; e que muitas vezes organização excursões a mangues e parques e reservas florestais para que os alunos aprendam sobre a conservação e a preservação do meio ambiente, quando nem mesmo coneguem manter seus ambientes próximos conservados.

Como nosso sistema de ensino obedece a uma hierarquia, considero a questão ética dos governantes e administradores públicos como fator principal para a degradação dos nossos sistemas de ensino e consequentemente a educaçao ambiental. Precisamo urgentemente mudar essa filosofia de fazemos o que os sistemas mandam mais os dirigentes dos sistemas não tem compromisso com o que mandam.

Fonte: Ambiente_Brasil
Projeto_ambientalis


By Espedito Carvalho

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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Copa de 2014 (Copa Verde)

COPA VERDE: um gol pela sustentabilidade
Ian McKee e Vicente de Castro Mello idealizaram o Projeto Copa Verde,que inclui EcoArenas e planos que envolvem todos os serviços a serem prestados aos brasileiros e visitantes durante a Copa de 2014. Tal projeto, se executado nos mínimos detalhes, pode se tornar em referência mundial para outros eventos esportivos e, também, um bom exemplo de economia verde.

O economista americano Ian McKee e o arquiteto brasileiro Vicente de Castro Mello são visionários. Amantes de futebol, eles mal podem esperar pela Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Mas, ao mesmo tempo, torcem para que ela tenha o mínimo de impacto ambiental possível. Para ambos, esta será a grande vitória brasileira. Ian, que por anos trabalhou no banco Goldman Sachs, em Nova York, vive hoje em Los Angeles, onde se credenciou pelo LEED - Leadership in Energy and Environmental Design (ou Liderança em Design de Energia e Meio-Ambiente), através do U.S. Green Building Council - Conselho de Construções Sustentáveis, nos Estados Unidos. Ou seja, ele tem o poder de certificar construções sustentáveis no mundo todo. Vicente vive em São Paulo, onde é sócio-diretor da Castro Mello Arquitetura Esportiva. Juntos eles idealizaram e escreveram o Projeto Copa Verde, que inclui as EcoArenas e planos que envolvem todos os serviços a serem prestados aos brasileiros e visitantes durante a Copa.

Ian e Vicente falaram sobre o plano que será oficialmente divulgado no “Fórum Nacional de Arquitetura, Iluminação e Sustentabilidade”, que aconteceu ano passado em agosto, em Salvador, e reuniu os 17 arquitetos envolvidos nos projetos da Copa de 2014.

O que é o Projeto Copa Verde?
Copa Verde é a competição pela sustentabilidade onde todos ganham. Por exemplo: os estádios de futebol têm vida útil que varia entre 50 e 70 anos. Então pense que nos próximos anos, os custos de energia e água serão cada vez maiores, tornando, extremamente necessária a implantação de sistemas de uso racional de água e fontes de energia renováveis.

A Copa de 2014 é um evento da FIFA, que tem compromissos com seus patrocinadores. Uma Copa do Mundo é o maior evento de mídia do planeta: bilhões de dólares são gerados com o marketing e a venda dos direitos de imagem. Cabe ao país anfitrião preparar toda a infra-estrutura para realizar este evento. E essa é a grande oportunidade que um país tem para acelerar o seu crescimento em cerca de 20 anos, realizando as obras necessárias para melhorar a infra-estrutura.

O Brasil tem muito o que ganhar com a Copa, mas apenas se houver um bom planejamento, certo? Claro! Hoje, já é possível afirmar que grandes obras mal planejadas podem gerar um impacto negativo no meio ambiente contribuindo e, muito, com o aquecimento global e todas suas conseqüências. Queremos que o Brasil seja conhecido por respeitar o meio ambiente e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos habitantes do planeta.

Teremos essa oportunidade realizando a maior ação coordenada de green building, ou seja, de construções verdes já realizadas por um país. Imagine que teremos doze estádios e que eles abrigarão milhares de pessoas – pense no impacto que isso terá no meio ambiente. Hoje, temos a capacidade de reduzir este impacto e, para isso, basta seguir as regras.

Fonte: Planeta_Sustentavel

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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Senado aprova política nacional de resíduos sólidos

O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (7) a política nacional de resíduos sólidos. O projeto pretende incentivar a reciclagem de materiais e disciplinar o manejo de resíduos. O projeto segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Uma das novidades do projeto é a criação da “logística reversa”, que obriga fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores a recolher embalagens usadas. A medida valeria para o setor de agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, eletroeletrônicos e para todos os tipos de lâmpadas.

O projeto determina ainda em que áreas é possível construir aterros sanitários e trata também da possibilidade de incineração de lixo para evitar o acúmulo de resíduos. Segundo um dos relatores, o senador César Borges (PR-BA), o objetivo da proposta é reduzir a geração de resíduos, incentivar a reciclagem e determinar o que fazer com o lixo remanescente. Borges disse que o projeto cria diretrizes federais para disciplinar como se deve lidar com o lixo.

“Hoje você tem legislações diversas nos estados e nos municípios. Agora, teremos diretrizes gerais para disciplinar o manejo, e todos os municípios terão um prazo de quatro anos para fazer um plano de manejo dos resíduos sólidos”, afirmou.

O relator destaca que o projeto prevê a intenção de se reaproveitar ao máximo os resíduos sólidos, como acontece no caso das latas de alumínio, que são quase 100% reaproveitadas no Brasil. Para ele, é possível elevar o percentual de aproveitamento em outras áreas, a exemplo do que acontece com o alumínio.

Nos casos máximos de desrespeito à lei, caso ela seja aprovada, o infrator que não der destinação correta ao lixo pode ser acionado pela lei de crimes ambientais, que prevê até reclusão. A pena, no entanto, não se aplica no caso do lixo doméstico.

Segundo os dados contidos no projeto, são produzidas nas cidades brasileiras 150 mil toneladas de lixo por dia, das quais 59% vão para os "lixões". Apenas 13% do lixo têm destinação correta, em aterros sanitários. Dos 5.564 municípios brasileiros, apenas 405 tinham serviço de coleta seletiva em 2008.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, acompanhou a votação em quatro comissões do Senado no início da tarde e comemorou o resultado. “Estamos vivendo um momento histórico. Este projeto mostra a importância do meio ambiente e procura resolver o maior problema ambiental do país hoje que é esta questão dos resíduos sólidos.”

Ela destacou que as punições previstas têm também caráter educativo. “Quando você adota uma penalização está também trazendo ela para a regularização.” Para ela, o projeto coloca na lei o conceito de que não é só responsabilidade do poder público a questão dos resíduos sólidos, mas também de quem produz e consome produtos que geram lixo.

Fonte: G1

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Anistia com código florestal pode chegar a R$ 10 bilhões, diz ministra

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou nesta quarta-feira (7) que pode chegar a R$ 10 bilhões a anistia a produtores rurais dentro do projeto do novo código florestal, aprovado nessa terça-feira (6) em comissão da Câmara.

Questionada se a previsão de suspensão de multas no caso de regularização de propriedades não poderia gerar uma “impunidade” na questão ambiental, a ministra mencionou o valor da possível anistia. “Poderá criar uma impunidade e o ministério do Meio Ambiente não concorda com isso. Nós temos um passivo, na nossa estimativa, que está sujeito a isenção de recolhimento aos cofres públicos por conta de atuação do Ibama de R$ 10 bilhões”, disse Izabella.

A ministra afirmou que a discussão sobre a mudança no código está equivocada. “A situação do Sul e do Sudeste não é a mesma da Amazônia. O que temos de discutir não é anistia. Temos de discutir a regularização ambiental”.

Izabella destacou que dentro do processo de regularização é que poderá ser aberto a possibilidade de perdão de multas. Ela destacou que na Previdência Social e na Receita Federal o desconto ou até o perdão de multas é discutido dentro da negociação para a regularização e não colocado de forma antecipada.

A ministra ressaltou que sua equipe ainda está analisando o projeto aprovado pela comissão para verificar quais problemas continuam no texto. Ela enfatizou que é preciso mais discussão antes de se votar o tema em plenário.


07/07/2010 15h28 - Atualizado em 07/07/2010 18h34
Anistia com código florestal pode chegar a R$ 10 bilhões, diz ministra
Izabella Teixeira (Meio Ambiente) critica possibilidade de isenção de multas.
Ela afirma que debate deve ser sobre regularização das áreas devastadas.

Eduardo Bresciani Do G1, em Brasília
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A ministra do Meio Ambiente, Izabela Teixeira, nesta quarta-feira (7)A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira,
nesta quarta-feira (7) (Foto: José Cruz/ABr)

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou nesta quarta-feira (7) que pode chegar a R$ 10 bilhões a anistia a produtores rurais dentro do projeto do novo código florestal, aprovado nessa terça-feira (6) em comissão da Câmara.

Questionada se a previsão de suspensão de multas no caso de regularização de propriedades não poderia gerar uma “impunidade” na questão ambiental, a ministra mencionou o valor da possível anistia.

“Poderá criar uma impunidade e o ministério do Meio Ambiente não concorda com isso. Nós temos um passivo, na nossa estimativa, que está sujeito a isenção de recolhimento aos cofres públicos por conta de atuação do Ibama de R$ 10 bilhões”, disse Izabella.

A ministra afirmou que a discussão sobre a mudança no código está equivocada. “A situação do Sul e do Sudeste não é a mesma da Amazônia. O que temos de discutir não é anistia. Temos de discutir a regularização ambiental”.

Izabella destacou que dentro do processo de regularização é que poderá ser aberto a possibilidade de perdão de multas. Ela destacou que na Previdência Social e na Receita Federal o desconto ou até o perdão de multas é discutido dentro da negociação para a regularização e não colocado de forma antecipada.

A ministra ressaltou que sua equipe ainda está analisando o projeto aprovado pela comissão para verificar quais problemas continuam no texto. Ela enfatizou que é preciso mais discussão antes de se votar o tema em plenário.

'Não é anistia'
O relator do novo Código Florestal, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), disse que não é possível falar em perdão de multa ou em anistia. “A ministra na verdade não fala em perdão de multas. O que ela própria admite é que, desde que se trate de regularização ambiental, é possível converter multas.”

Rebelo disse que o código prevê que as penas a infratores voltam a valer caso o proprietário de terras que busca a regularização não cumpra o que estabelece o novo código. “Se o proprietário não aderir, não regularizar sua situação, não se comprometer a, se for o caso, recompor a área desmatada, terminado o prazo, a multa volta e todas as penas voltam”, afirmou.

Segundo o deputado, a proposta do novo código é a mesma de decreto do Ministério do Meio Ambiente publicado em novembro do ano passado. O prazo para a regularização previsto no decreto vai até junho de 2011. O do relatório de Rebelo, é de cinco anos a partir da publicação da lei para infrações cometidas até 2008. "É um prazo menor que o do decreto. O decreto é para [infrações cometidas] até novembro de 2009"

“O que nós propomos é regularização ambiental. O que nós propomos é a mesmo que está no programa Mais Ambiente do ministério, que foi publicado pelo governo em dezembro do ano passado. A única diferença que existe é o prazo [para a regularização]”, disse Rebelo.

Fonte: G1

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Desmatamento Amazônia (Evolução 2000 à 2005)

Foto animada a qual mostra o processo evolutivo do dano ambiental causado no decorrer de 05 anos (Para ver a animação da foto click na mesma para visualizar). Um descaso referente ao nosso tipo de politica atual, a qual ainda não presa por um desenvolvimento sustentavel e limpo. Sinceramente irá doer no meu coraçao a real situação agora em 2010, o que agrava essa problematica agora e poderá influeciar no aumento disso tudo é a modificação no nosso C.F. como citado em postagens anteriores.
Fonte: Espedito Carvalho

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Desmatamento Amazônia 2010

Por Redação da Amazônia.org.br
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou nesta segunda-feira (7) os dados de desmatamento dos meses de março e abril de 2010. Segundo o Sistema Deter, foram desmatados 103,5 km² de florestas na Amazônia durante esse bimestre.
A quantidade registrada foi praticamente igual nos dois meses: 51,79 km² em março, e 51,71 km² abril. Pouco mais da metade da Amazônia (57%) estava coberta por nuvens, e não pode ser monitorada. O desmatamento detectado foi maior do que o dos mesmos meses de 2009, quando o Inpe registrou 17 km² em março e 36 km² em abril. Entretanto, isso não quer dizer, necessariamente, que o desmatamento aumentou, já que naqueles meses a cobertura de nuvens chegou a 88%.

O Estado que apresentou a maior quantidade de florestas desmatadas foi Mato Grosso: foram 76,4 km² nos dois meses. O principal foco foi município de Sinop, com 47 km² de desmatamento. O Inpe detectou apenas 17,7 km² no Pará, Estado que foi o que mais desmatou no ano passado. Isso acontece porque a maior parte do Pará estava coberta por nuvens.

No acumulado do ano do desmatamento – período de agosto de 2009 a abril de 2010 – o Deter apontou 1.475 km2 de desmatamento, o que indica uma redução no desmate de aproximadamente 52%, se compararmos com o mesmo período no ano anterior.

Todos os dados do Deter são públicos e podem ser consultados no site http://www.obt.inpe.br/deter. Veja também o relatório completo, em PDF.

(Envolverde/Amazônia.org.br)

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terça-feira, 29 de junho de 2010

Farsa da Lei de Crimes Ambientais

Lei de crimes ambientais é o título de uma lei brasileira (Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998), sancionada pelo então Presidente Fernando Henrique Cardoso, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. No dia 12/02/1998 entrava em vigor a Lei 9.605, uma antiga aspiração dos ambientalistas e de todos aqueles brasileiros que indignavam-se com a degradação da natureza. À época, houve muito alarde por parte do governo federal, que afirmava ter aprovado uma lei nova, capaz de conter a poluição e a destruição da fauna e flora nacional, com ênfase à Mata Atlântica e Floresta Amazônica.

" Um rápido e superficial exame da lei é o suficiente para perceber que tudo não passa de uma farsa, de propaganda enganosa "

Entretanto, um rápido e superficial exame da lei era o suficiente para perceber que tudo não passava de uma farsa, de propaganda enganosa. Isto porque dos cerca de 47 crimes previstos pela lei, 20 recebiam a pena máxima de 1 ano de prisão, o que os tornava crimes da competência dos Juizados Especiais Criminais, chamados pela população de "Pequenas Causas".

Para estes crimes, não há prisão em flagrante e nem processo criminal: haverá apenas um registro de ocorrência na delegacia e, posteriormente, uma audiência de conciliação, onde será proposto um acordo ao infrator como, por exemplo, o pagamento de cestas básicas a instituições filantrópicas, além da reparação do dano causado ao meio ambiente, se isto for possível. É o que a lei chama de transação penal.

Para 22 outros crimes, a lei prevê pena mínima de 1 ano e máxima de 4 anos de prisão, o que significa que os infratores não serão julgados pela Justiça, desde que aceitem cumprir algumas condições, dentre estas a de comparecer mensalmente ao Fórum e não praticarem novos crimes, além de repararem os danos causados ao meio ambiente, se isto for possível. Decorridos dois anos, o processo será encerrado e o infrator permanecerá com sua ficha limpa. Este benefício foi criado pela Lei 9.099/95, chamado "suspensão do processo", a mesma lei que criou os Juizados Especiais (de pequenas causas) Cíveis e criminais. Mesmo que o infrator não cumpra as condições impostas e acabe sendo processado e condenado pela Justiça, como a pena máxima para estes 22 crimes não ultrapassa os 4 anos de prisão, ele apenas cumprirá pena de prestação de serviços à comunidade.

" Uma lei de crimes ambientais que não manda ninguém para a cadeia não é digna de ter este nome "

Para os quatro crimes restantes, três possuem a pena mínima de 1 ano de prisão e, portanto, também admitem a suspensão do processo, embora a pena máxima chegue a 5 anos de prisão. Resta apenas um crime, o de provocar incêndio em floresta (art. 41), que prevê pena mínima de 2 anos de prisão e, portanto, não cabe suspensão do processo. Entretanto, como a pena máxima é de 4 anos de prisão, mesmo condenado o infrator não irá para a cadeia, pois terá o direito de cumprir pena de prestação de serviços à comunidade.

A conclusão a que se chega é que a Lei de Crimes Ambientais não passou de uma farsa, de uma propaganda enganosa para a sociedade, e um alento para os destruidores do meio ambiente, que poderiam continuar agindo impunemente, na certeza de que jamais iriam para trás das grades. Ora, uma lei de crimes ambientais que não manda ninguém para a cadeia não é digna de ter este nome.

Esta é uma das causas, dentre outras, pelas quais a Amazônia e a Mata Atlântica continuam sendo impunemente destruídas, a fauna silvestre dizimada e nossas águas e atmosfera poluídas, sem que se encontre um só infrator na cadeia.
Fonte: OGlobo.com

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